Depois do fracasso do primeiro, segundo pregão é convocado para 8 de outubro, conta o jornalista Márcio de Morais, do site Telecom Online.
De acordo com reportagem publicada no dia 21 de setembro, a Anatel está procurando no mercado equipamento de radiomonitoragem de sinais digitais AM/FM com tecnologia Iboc (In band on channel), mas não aparece fornecedor. O equipamento é necessário para que o regulador faça suas próprias avaliações e análises sobre o comportamento da tecnologia norte-americana em relação ao espectro radioelétrico, a preferida dos radiodifusores brasileiros para a digitalização das transmissões de rádio no país.
O pregão amplo realizado pela agência há cerca de um mês para aquisição do equipamento também solicitava receptor digital de rádio. O receptor permtiria aos técnicos ouvirem e avaliarem o comportamento e a qualidade do áudio das transmissões experimentais da tecnologia digital, que utiliza as mesmas banda e canal das transmissões atuais. Mas não apareceu fornecedor no pregão destinado a adquirir, em Brasília, os equipamentos.
O site Telecom Online ressalta que a Anatel não tem, até agora, qualquer resultado conclusivo sobre a tecnologia, o que esperava obter a partir dos testes que vêm sendo feitos há quase dois anos por diversas emissoras, país a fora. Para autorizá-los, a agência exige que a emissora interessada encaminhe relatórios mensais sobre os testes. Mas, os relatórios ficaram aquém do desejado - e daí a decisão de adquirir equipamentos para ter uma avaliação autônoma da própria Anatel. Mesmo sem conclusões confiáveis, a escolha do Iboc é tida como irreversível pelos radiodifusores. A aquisição do equipamento com tecnologia Iboc, e não de outra, é justificado pela agência devido à preferência do mercado em testar a tecnologia norte-americana. Mas informa que nos próximos dias também vai convocar fornecedores de equipamentos semelhantes para a tecnologia DRM, em ondas curtas e médias.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Quais são os obstáculos que as rádios comunitárias enfrentam
Para ter uma idéia do percurso histórico das rádios comunitárias nas últimas décadas, e conhecer os percalços deste caminho, um bom recurso está neste artigo disponível no site do Ibase.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Projeto de pesquisa
Amanhã, dia 25, será o lançamento do projeto de pesquisa "A CONTRIBUIÇÃO DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO: uma análise de iniciativas no Estado do Rio de Janeiro"
Vai ser às 14 h, na Sala C-104, IACS - Rua Lara Vilela 126, São Domingos, Niterói
A proposta é apresentar as idéias gerais do projeto, visando possibilidades de atuação conjunta. Para tanto, contamos com a presença de todos(as) interessados(as) no debate sobre essa tema e em possibilidades de atuação conjunta no âmbito do projeto. Esse será o primeiro de uma série de debates a serem realizados no IACS a cada duas semanas, sempre às terças-feiras.
Professores convidados para o painel de lançamento:
Profª Ana Baum - Comunicação/UFF
Profª Ana Enne - Estudos de Mídia/UFF
Prof. João Batista de Abreu - Comunicação/UFF
Integrantes do projeto:
Rádio Pop Goiaba - Niterói
Rádio Núcleo Barreto - Niterói
Rádio Novo Ar - São Gonçalo
Rádio Novos Rumos - Queimados-RJ (dentre outras)
FARC - Federação das Associações de Rádios Comunitárias
Convidados:
AMARC Brasil - Associação Mundial das Rádios Comunitárias
UNIRR - União e Integração das Redes de Rádio
NTI - Núcleo de Tecnologias de Informação
NEAMI - Núcleo de Educação Assistida por Meios Interativos
Vai ser às 14 h, na Sala C-104, IACS - Rua Lara Vilela 126, São Domingos, Niterói
A proposta é apresentar as idéias gerais do projeto, visando possibilidades de atuação conjunta. Para tanto, contamos com a presença de todos(as) interessados(as) no debate sobre essa tema e em possibilidades de atuação conjunta no âmbito do projeto. Esse será o primeiro de uma série de debates a serem realizados no IACS a cada duas semanas, sempre às terças-feiras.
Professores convidados para o painel de lançamento:
Profª Ana Baum - Comunicação/UFF
Profª Ana Enne - Estudos de Mídia/UFF
Prof. João Batista de Abreu - Comunicação/UFF
Integrantes do projeto:
Rádio Pop Goiaba - Niterói
Rádio Núcleo Barreto - Niterói
Rádio Novo Ar - São Gonçalo
Rádio Novos Rumos - Queimados-RJ (dentre outras)
FARC - Federação das Associações de Rádios Comunitárias
Convidados:
AMARC Brasil - Associação Mundial das Rádios Comunitárias
UNIRR - União e Integração das Redes de Rádio
NTI - Núcleo de Tecnologias de Informação
NEAMI - Núcleo de Educação Assistida por Meios Interativos
sábado, 22 de setembro de 2007
CARTA DOS PESQUISADORES DE RÁDIO E MÍDIA SONORA DO BRASIL
Nós, os 72 abaixo-assinados, pesquisadores e professores universitários de Comunicação Social e áreas afins - pesquisa.radio@yahoo.com.br -, todos tendo por objeto de estudo a radiodifusão sonora, tornamos pública nossa preocupação a respeito do processo de implantação do rádio digital em nosso país.
Não nos movem para tanto interesses de ordem partidária. Apenas queremos que a oportunidade tecnológica posta à frente de todos sirva ao bem comum e ao desenvolvimento do Brasil. Temos clara a importância do veículo para a população do país, do empresário que acompanha a evolução dos índices da economia ao trabalhador a quem o rádio oferece certo grau de solidariedade. Temos, também, consciência dos problemas deste meio em suas vertentes comercial, educativa e comunitária, que se deparam com a encruzilhada da convergência multimídia.
Realizando estudos a respeito há vários anos, acompanhamos tanto as políticas e as estratégias públicas para a introdução da tecnologia digital como os movimentos da classe empresarial e das organizações da sociedade civil a respeito. Alertamos, portanto, para o que foi constatado até agora:
1. Preocupa-nos que os testes com o padrão digital IBOC (in-band on-channel) estejam sendo realizados pelas emissoras autorizadas sem a utilização de uma metodologia ou padronização de critérios e procedimentos compatíveis com as condições brasileiras. A ausência de uma padronização impede a obtenção de resultados consistentes dos experimentos que permitam saber com segurança se, por exemplo, o padrão em teste provoca ou não interferência mútua entre os sinais digital e analógico.
2. Entendemos que o padrão de rádio digital a ser adotado deve ser capaz de garantir eficiência de transmissão em qualquer situação de recepção. Embora os testes realizados não tenham padronização, é possível identificar alguns problemas de adequação do padrão IBOC às características de cada localidade, como edificações e topografia e problemas de poluição radioelétrica. Pesquisadores que acompanharam testes em emissoras observaram problemas de interrupções abruptas do sinal digital em locais onde havia fios de alta tensão (rede elétrica), prédios e túneis, forçando o aparelho receptor a transmitir em analógico, com um delay que pode chegar a oito segundos.
3. Preocupa-nos o fato de que processo de digitalização poderá trazer dificuldades de adaptação para a maior parte das emissoras, sobretudo as pequenas e médias instaladas no interior, as educativas e as comunitárias, por falta de recursos para investimento. É provável que 50% das estações em funcionamento precisem trocar transmissores a válvulas por modulares para se adaptarem à tecnologia digital. Investimento igualmente significativo será necessário para digitalizar o processo de produção radiofônica, com a troca de equipamentos de estúdio, especialmente se for considerado o baixo nível de informatização interna das rádios no interior do país. É desejável que o padrão a ser adotado permita maior grau possível de aproveitamento de infra-estrutura existente e que apresente custos compatíveis com os diversos tipos de emissoras. A adoção de uma tecnologia não pode ser um fator de aprofundamento de diferenças de padrões técnicos e de produção já existente entre as estações de grande porte e as demais - pequenas e médias - que integram o sistema de radiodifusão brasileiro.
4. Inquieta-nos saber que o padrão em teste é uma tecnologia proprietária, cujos custos de royalties poderão inviabilizar a sua adoção por parte de emissoras comunitárias e educativas. Além disso, essa condição coloca os radiodifusores sujeitos aos ditames da empresa, a iBiquity Digital Corporation, que administra os direitos de uso da tecnologia. Podem, assim, perder o controle sob o gerenciamento do processo de instalação e definição de equipamentos.
5. Entendemos que a tecnologia de transmissão a ser escolhida terá de ser flexível, a ponto de favorecer a integração do rádio com as demais mídias e com sistemas de redes informatizadas. É importante que o sistema de transmissão tenha ferramentas multimídia que possibilitem a oferta de conteúdo na tela de cristal líquido do receptor digital ou em outras plataformas de mídia convergente. No entanto, essa vantagem tecnológica, que poderá representar receita adicional, não foi testada pelas emissoras autorizadas pela Agência Nacional de Telecomunicações.
6. Consideramos que a adoção de qualquer padrão digital deve ser precedida por uma ampla análise técnica sobre as condições de funcionamento da tecnologia em outros países. Chama atenção o pedido de ampliação do uso de espectro de 200 kHz para 250 kHz apresentado em julho de 2007 pela iBiquity, proprietária norte-americana do padrão IBOC, junto à Federal Communications Commission (FCC). Esta alteração é uma demanda técnica, sem a qual o padrão não apresentará um desempenho satisfatório. Se for concedida pela FCC, a ampliação de freqüência poderá significar a redução de cerca de 30% no total de canais em freqüência modulada hoje disponíveis naquele país. Partilhamos da opinião da Benton Foundation, organização internacional dedicada à articulação de políticas para o uso da comunicação na solução de problemas sociais e em prol do desenvolvimento, que vê no aumento da largura do canal ocupado por uma estação uma possibilidade de redução de disponibilidade de espectro para eventuais novos atores.
7. Causa-nos estranheza a inexistência de canais de retorno no sistema digital em teste. Sem esse recurso, perde-se a interatividade, justamente um dos aspectos destacados como positivos no processo de introdução da televisão digital no país. Isto, portanto, pode significar ampliação das disparidades existentes entre os dois veículos e perda, no caso específico do rádio, da possibilidade de intensificar a participação dos ouvintes nas estratégias de programação das emissoras. De modo geral, alertamos para a perda de uma oportunidade, se embasada em estudos mais acurados, de transformação positiva do rádio, ampliando não só suas possibilidades comerciais, educativas e comunitárias, mas também produzindo condições para um efetivo exercício da cidadania e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil, de forma democrática, ampla e solidária. Lembramos, ainda, que a oportunidade atual deve servir ao crescimento do setor como um todo, crescimento este que vai além do mero faturamento comercial, mas significa novos postos de trabalho e maior interação social. Ficamos à disposição para esclarecimentos através do e-mail pesquisa.radio@yahoo.com.br.
Não nos movem para tanto interesses de ordem partidária. Apenas queremos que a oportunidade tecnológica posta à frente de todos sirva ao bem comum e ao desenvolvimento do Brasil. Temos clara a importância do veículo para a população do país, do empresário que acompanha a evolução dos índices da economia ao trabalhador a quem o rádio oferece certo grau de solidariedade. Temos, também, consciência dos problemas deste meio em suas vertentes comercial, educativa e comunitária, que se deparam com a encruzilhada da convergência multimídia.
Realizando estudos a respeito há vários anos, acompanhamos tanto as políticas e as estratégias públicas para a introdução da tecnologia digital como os movimentos da classe empresarial e das organizações da sociedade civil a respeito. Alertamos, portanto, para o que foi constatado até agora:
1. Preocupa-nos que os testes com o padrão digital IBOC (in-band on-channel) estejam sendo realizados pelas emissoras autorizadas sem a utilização de uma metodologia ou padronização de critérios e procedimentos compatíveis com as condições brasileiras. A ausência de uma padronização impede a obtenção de resultados consistentes dos experimentos que permitam saber com segurança se, por exemplo, o padrão em teste provoca ou não interferência mútua entre os sinais digital e analógico.
2. Entendemos que o padrão de rádio digital a ser adotado deve ser capaz de garantir eficiência de transmissão em qualquer situação de recepção. Embora os testes realizados não tenham padronização, é possível identificar alguns problemas de adequação do padrão IBOC às características de cada localidade, como edificações e topografia e problemas de poluição radioelétrica. Pesquisadores que acompanharam testes em emissoras observaram problemas de interrupções abruptas do sinal digital em locais onde havia fios de alta tensão (rede elétrica), prédios e túneis, forçando o aparelho receptor a transmitir em analógico, com um delay que pode chegar a oito segundos.
3. Preocupa-nos o fato de que processo de digitalização poderá trazer dificuldades de adaptação para a maior parte das emissoras, sobretudo as pequenas e médias instaladas no interior, as educativas e as comunitárias, por falta de recursos para investimento. É provável que 50% das estações em funcionamento precisem trocar transmissores a válvulas por modulares para se adaptarem à tecnologia digital. Investimento igualmente significativo será necessário para digitalizar o processo de produção radiofônica, com a troca de equipamentos de estúdio, especialmente se for considerado o baixo nível de informatização interna das rádios no interior do país. É desejável que o padrão a ser adotado permita maior grau possível de aproveitamento de infra-estrutura existente e que apresente custos compatíveis com os diversos tipos de emissoras. A adoção de uma tecnologia não pode ser um fator de aprofundamento de diferenças de padrões técnicos e de produção já existente entre as estações de grande porte e as demais - pequenas e médias - que integram o sistema de radiodifusão brasileiro.
4. Inquieta-nos saber que o padrão em teste é uma tecnologia proprietária, cujos custos de royalties poderão inviabilizar a sua adoção por parte de emissoras comunitárias e educativas. Além disso, essa condição coloca os radiodifusores sujeitos aos ditames da empresa, a iBiquity Digital Corporation, que administra os direitos de uso da tecnologia. Podem, assim, perder o controle sob o gerenciamento do processo de instalação e definição de equipamentos.
5. Entendemos que a tecnologia de transmissão a ser escolhida terá de ser flexível, a ponto de favorecer a integração do rádio com as demais mídias e com sistemas de redes informatizadas. É importante que o sistema de transmissão tenha ferramentas multimídia que possibilitem a oferta de conteúdo na tela de cristal líquido do receptor digital ou em outras plataformas de mídia convergente. No entanto, essa vantagem tecnológica, que poderá representar receita adicional, não foi testada pelas emissoras autorizadas pela Agência Nacional de Telecomunicações.
6. Consideramos que a adoção de qualquer padrão digital deve ser precedida por uma ampla análise técnica sobre as condições de funcionamento da tecnologia em outros países. Chama atenção o pedido de ampliação do uso de espectro de 200 kHz para 250 kHz apresentado em julho de 2007 pela iBiquity, proprietária norte-americana do padrão IBOC, junto à Federal Communications Commission (FCC). Esta alteração é uma demanda técnica, sem a qual o padrão não apresentará um desempenho satisfatório. Se for concedida pela FCC, a ampliação de freqüência poderá significar a redução de cerca de 30% no total de canais em freqüência modulada hoje disponíveis naquele país. Partilhamos da opinião da Benton Foundation, organização internacional dedicada à articulação de políticas para o uso da comunicação na solução de problemas sociais e em prol do desenvolvimento, que vê no aumento da largura do canal ocupado por uma estação uma possibilidade de redução de disponibilidade de espectro para eventuais novos atores.
7. Causa-nos estranheza a inexistência de canais de retorno no sistema digital em teste. Sem esse recurso, perde-se a interatividade, justamente um dos aspectos destacados como positivos no processo de introdução da televisão digital no país. Isto, portanto, pode significar ampliação das disparidades existentes entre os dois veículos e perda, no caso específico do rádio, da possibilidade de intensificar a participação dos ouvintes nas estratégias de programação das emissoras. De modo geral, alertamos para a perda de uma oportunidade, se embasada em estudos mais acurados, de transformação positiva do rádio, ampliando não só suas possibilidades comerciais, educativas e comunitárias, mas também produzindo condições para um efetivo exercício da cidadania e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil, de forma democrática, ampla e solidária. Lembramos, ainda, que a oportunidade atual deve servir ao crescimento do setor como um todo, crescimento este que vai além do mero faturamento comercial, mas significa novos postos de trabalho e maior interação social. Ficamos à disposição para esclarecimentos através do e-mail pesquisa.radio@yahoo.com.br.
Cenário político das rádios comunitárias
Para quem quiser debater o cenário político das rádios comunitárias:
Palestra: "Rádios Comunitárias: Cenário Político", com Tião Santos, da Viva Rio
Data: quinta-feira, 27/09/2007
Horário: 14h
Local: LECC, na Escola de Comunicação (UFRJ - Campus da Praia Vermelha).
End: Av. Pasteur, 250, fundos, sala 138 - Urca - Rio de Janeiro, RJ.
Fone: (21) 3873-5078
Palestra: "Rádios Comunitárias: Cenário Político", com Tião Santos, da Viva Rio
Data: quinta-feira, 27/09/2007
Horário: 14h
Local: LECC, na Escola de Comunicação (UFRJ - Campus da Praia Vermelha).
End: Av. Pasteur, 250, fundos, sala 138 - Urca - Rio de Janeiro, RJ.
Fone: (21) 3873-5078
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
85 anos da primeira transmissão no Brasil
E assim se passaram 85 anos! Foi em 7 de setembro de 1922, como parte das comemorações pelo centenário da independência, que aconteceu a primeira transmissão radiofônica no Brasil. Foram instalados 80 receptores importados no Rio de Janeiro, o que permitiu a algumas pessoas ouvir o discurso do Presidente Epitácio Pessoa. A Westinghousa instalou uma emissora cujo transmissor de 500 watts ficava no alto do Corcovado.
A data da instalação da radiodifusão pode ser considerada oficialmente como 20 de abril de 1923, quanto entrou no ar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada por Roquete Pinto e Henry Morize, com os transmissores da Praia Vermelha, emprestados pelo Governo Federal.
Como quase tudo, existem controvérsias. Há quem diga que a primeira emissora do país foi a Rádio Clube de Pernambuco, que em Recife, no dia 6 de abril de 1919, com transmissor importado da França, fez sua primeira transmissão. Há quem diga também que esta transmissão estava mais para radiotelefonia.
A data da instalação da radiodifusão pode ser considerada oficialmente como 20 de abril de 1923, quanto entrou no ar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada por Roquete Pinto e Henry Morize, com os transmissores da Praia Vermelha, emprestados pelo Governo Federal.
Como quase tudo, existem controvérsias. Há quem diga que a primeira emissora do país foi a Rádio Clube de Pernambuco, que em Recife, no dia 6 de abril de 1919, com transmissor importado da França, fez sua primeira transmissão. Há quem diga também que esta transmissão estava mais para radiotelefonia.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Empresas mostram o que fazem em RSE
Começa na próxima semana o Ciclo de Palestras sobre Responsabilidade Social. O ciclo é uma promoção da disciplina Comunicação e Responsabilidade Social Empresarial, da Escola de Comunicação da UFRJ, e está aberto a todos os interessados.

A primeira palestra será sobre o Programa de Responsabilidade Social do Banco do Brasil, já na próxima semana.Participe! Venha discutir o assunto com empresas socialmente responsáveis.
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